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A bioquímica das redes sociais

A bioquímica das redes sociais

Sabe aquela sensação de prazer quando as notificações do Instagram ou Facebook aparecem? Quantas pessoas curtiram sua foto, quantos comentários você recebeu na sua publicação?! Uma pesquisa realizada na Universidade Freire, na Alemanha, mapeou as reações de 31 usuários do Facebook e os resultados indicam que uma simples curtida ativa a mesma região do cérebro que traz prazer.

Quatro hormônios regulam a sensação de felicidade do organismo: a endorfina, a serotonina, dopamina e oxitocina. E cada uma delas desempenha um trabalho especial:

  • Endorfina: são consideradas a morfina do corpo;
  • Serotonina: é liberada quando você se sente importante;
  • Dopamina: atua na motivação e relação custo-benefício;
  • Oxitocina: atua nos vínculos emocionais.

Para a pesquisa foram selecionados 31 usuários do Facebook e foi comparado o tempo que eles passavam nas redes sociais. Esses participantes em um primeiro momento eram filmados enquanto ouviam o que outros usuários pensavam deles, em um segundo momento ouviam o que essas pessoas falavam de outros participantes. Durante esses momentos, sua atividade cerebral foi monitorada, revelando que quando os participantes escutavam elogios sobre eles sua atividade cerebral era mais intensa do que quando ouviam algo sobre outras pessoas.

Mas, nas redes sociais nem tudo são flores e ao mesmo tempo em que ganhar curtidas liberam sensações de prazer, o outro lado da moeda não é assim tão bom. Pesquisas comprovam que as redes sociais tem despertado muita inveja por aí.

Em uma pesquisa realizada na Universidade de Humbold, em Berlim, dos 357 estudantes entrevistados, quase 30% revelaram sentir inveja de posts sobre lazer ou algum indicio de sucesso dos amigos e 20% afirmaram ficar chateados quando não é notado nas redes sociais.

A consequência desse círculo de ciúmes nas redes sociais tem trazido uma grande insatisfação pessoal. Quando mais as pessoas passam o tempo na frente do computador, menos satisfeitas com a própria vida elas estão.

Agora que você entendeu um pouco sobre a bioquímica das redes sociais não deu uma vontade de curtir e compartilhar o nosso blog na rede e saber a opinião dos amigos sobre o assunto?

Fontes:

BUSCATO, Marcela; CARRERA, Isabela. Quem aguenta tanto exibicionismo nas redes socias? A ostentação – material e felicidade – virou uma praga virtual. Disponível em: CLIQUE AQUI Acessado em:  19 de outubro de 2020.

MESHI, Dar; MORAWETZ, Carmem; HEEKEREN, Hauke R. Nucleus accumbens response to gains in reputation for the self relative to gains for other predicts social media use.  Revista Frontiers in Human Neuroscience, 29 de August 2013.  Disponível em: CLIQUE AQUI. Acessado em: 19 de outubro de 2020.

UOL. Para cérebro, “curtida” no Facebook é tão bom quanto comida e sexo. Disponível em: CLIQUE AQUI .Acessado em: 19 de outubro de 2020.

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